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151126/AL
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Places to Visit

Alegrete
Encavalitada no alto dos penedos, Alegrete é facilmente reconhecível pelas suas distintas muralhas. Para atingir a vila, é sempre a subir, mas vale bem o esforço quando se atinge a Torre do Relógio e o Largo da Igreja, a partir do qual se deve percorrer as ruas e vielas que, de tão estreitinhas, levariam Dédalo a roer-se de inveja.
Alegrete tornou-se famosa à custa das muralhas dinisinas erguidas pelos seus próprios habitantes e que, de tão robustas, foram sempre impeditivas que a vila fosse conquistada, apesar da sua condição raiana. É esta tenacidade, esta força de viver, que encontramos ainda hoje nas gentes locais, que convivem com frequência na zona muralhada, não com qualquer espada à cintura, como os seus antepassados, mas munidos de baralhos de cartas (os homens) ou de agulhas de tricotar (as mulheres). O que resta do castelo, mesmo no topo da povoação, merece uma visita obrigatória. Há que inspirar profundamente e encher os pulmões de ar, pois, além da vista absorvente sobre a planície alentejana, o lugar convida à meditação e permite o usufruto do reconfortante som do silêncio.
Alegrete é uma das portas de entrada para a exploração do Parque Natural da Serra de São Mamede, cujos 31.750 hectares abrangem um conjunto de geologia, fauna, flora e paisagem notáveis. A coroar o parque e toda a área sul do Além-Tejo, é no pico de São Mamede, cujo marco geodésico assinala 1.025 metros de altitude, que se abre um mundo que ilumina tudo o que a vista alcança: ao longe, a silhueta baça da serra da Estrela; a meio caminho, o recorte assombroso de Marvão, que quase desafia o pico e, mais perto, uma panorâmica privilegiada sobre a planície e a barragem da Apartadura.
Não surpreende que este verdadeiro miradouro do Alentejo seja território do lince, ainda que ameaçado de extinção, da águia de Bonelli e grifos, além de ter sido local de povoamento humano desde o Paleolítico, exemplarmente representados nas pinturas rupestres da Lapa dos Gaivões e em grutas vizinhas e que contemplam um dos melhores exemplares desta arte pré-histórica em Portugal.
Alegrete tornou-se famosa à custa das muralhas dinisinas erguidas pelos seus próprios habitantes e que, de tão robustas, foram sempre impeditivas que a vila fosse conquistada, apesar da sua condição raiana. É esta tenacidade, esta força de viver, que encontramos ainda hoje nas gentes locais, que convivem com frequência na zona muralhada, não com qualquer espada à cintura, como os seus antepassados, mas munidos de baralhos de cartas (os homens) ou de agulhas de tricotar (as mulheres). O que resta do castelo, mesmo no topo da povoação, merece uma visita obrigatória. Há que inspirar profundamente e encher os pulmões de ar, pois, além da vista absorvente sobre a planície alentejana, o lugar convida à meditação e permite o usufruto do reconfortante som do silêncio.
Alegrete é uma das portas de entrada para a exploração do Parque Natural da Serra de São Mamede, cujos 31.750 hectares abrangem um conjunto de geologia, fauna, flora e paisagem notáveis. A coroar o parque e toda a área sul do Além-Tejo, é no pico de São Mamede, cujo marco geodésico assinala 1.025 metros de altitude, que se abre um mundo que ilumina tudo o que a vista alcança: ao longe, a silhueta baça da serra da Estrela; a meio caminho, o recorte assombroso de Marvão, que quase desafia o pico e, mais perto, uma panorâmica privilegiada sobre a planície e a barragem da Apartadura.
Não surpreende que este verdadeiro miradouro do Alentejo seja território do lince, ainda que ameaçado de extinção, da águia de Bonelli e grifos, além de ter sido local de povoamento humano desde o Paleolítico, exemplarmente representados nas pinturas rupestres da Lapa dos Gaivões e em grutas vizinhas e que contemplam um dos melhores exemplares desta arte pré-histórica em Portugal.

Portalegre
Situada na Serra de São Mamede e perto da fronteira com Espanha, Portalegre teve uma posição estratégica na defesa do território durante a Idade Média. O rei D. Afonso III (1248-79) doou-a ao filho bastardo D. Afonso Sanches. Esta ação foi muito contestada pelo irmão D. Dinis (1279-1325), seu sucessor, que em 1299 a integrou nos bens da coroa, mandando então reconstruir o Castelo.
Ainda na época medieval, estabeleceu-se em Portalegre a ordem religiosa franciscana no Convento de São Francisco e no Convento de Santa Clara.
No início do séc. XVI, depois de fundada a Misericórdia de Portalegre, o Bispo da Guarda, D. Jorge de Melo, mandou construir o Convento Cisterciense de São Bernardo. A cidade, reconhecida nessa época como um importante centro administrativo e económico, foi elevada a cidade por D. João III, que então criou a Diocese de Portalegre e mandou construir a Sé Catedral. A ação do novo bispado afirmou-se na construção do paço Episcopal e do Seminário Diocesano, hoje transformado em Museu Municipal.
Os séculos XVII e XVIII deixaram na cidade um forte caráter barroco que ainda se conserva nalguns monumentos, como a Igreja de São Lourenço, e nas casas apalaçadas de que o Palácio Amarelo, o Palácio dos Falcões ou o Palácio Achioli são exemplos notáveis, conservando os brasões das famílias que os habitaram e uma rica decoração em ferro forjado, trabalho singular na região.
Após a extinção das ordens religiosas, em 1834, e com o advento da revolução industrial, a cidade esforçou-se em dar resposta ao progresso atribuindo novas funcionalidades aos antigos conventos e palácios.
São exemplo disso o Convento de Santo Agostinho, transformado em quartel da GNR, o Convento de São Bernardo, o Convento jesuíta de São Sebastião, ocupado pela Manufatura de Tapeçarias de Portalegre ou o Palácio Castel-Branco, recentemente adaptado a Museu de Tapeçaria de Portalegre Guy Fino que relembra o contributo da indústria têxtil para o desenvolvimento da cidade.
Em Portalegre, que se percorre facilmente a pé, destaca-se ainda a Casa-Museu de José Régio, poeta português. Nos arredores, importa salientar o miradouro da Igreja de Nossa Senhora da Penha e a Igreja do Bonfim, na estrada em direção a Marvão e Castelo de Vide, localidades que também merecem uma visita atenta.
Ainda na época medieval, estabeleceu-se em Portalegre a ordem religiosa franciscana no Convento de São Francisco e no Convento de Santa Clara.
No início do séc. XVI, depois de fundada a Misericórdia de Portalegre, o Bispo da Guarda, D. Jorge de Melo, mandou construir o Convento Cisterciense de São Bernardo. A cidade, reconhecida nessa época como um importante centro administrativo e económico, foi elevada a cidade por D. João III, que então criou a Diocese de Portalegre e mandou construir a Sé Catedral. A ação do novo bispado afirmou-se na construção do paço Episcopal e do Seminário Diocesano, hoje transformado em Museu Municipal.
Os séculos XVII e XVIII deixaram na cidade um forte caráter barroco que ainda se conserva nalguns monumentos, como a Igreja de São Lourenço, e nas casas apalaçadas de que o Palácio Amarelo, o Palácio dos Falcões ou o Palácio Achioli são exemplos notáveis, conservando os brasões das famílias que os habitaram e uma rica decoração em ferro forjado, trabalho singular na região.
Após a extinção das ordens religiosas, em 1834, e com o advento da revolução industrial, a cidade esforçou-se em dar resposta ao progresso atribuindo novas funcionalidades aos antigos conventos e palácios.
São exemplo disso o Convento de Santo Agostinho, transformado em quartel da GNR, o Convento de São Bernardo, o Convento jesuíta de São Sebastião, ocupado pela Manufatura de Tapeçarias de Portalegre ou o Palácio Castel-Branco, recentemente adaptado a Museu de Tapeçaria de Portalegre Guy Fino que relembra o contributo da indústria têxtil para o desenvolvimento da cidade.
Em Portalegre, que se percorre facilmente a pé, destaca-se ainda a Casa-Museu de José Régio, poeta português. Nos arredores, importa salientar o miradouro da Igreja de Nossa Senhora da Penha e a Igreja do Bonfim, na estrada em direção a Marvão e Castelo de Vide, localidades que também merecem uma visita atenta.

Marvão
Entre Castelo de Vide e Portalegre, a poucos quilómetros de Espanha, encontramos a tranquila vila de Marvão, no ponto mais alto da Serra de São Mamede.
O Monte de Ammaia, como era conhecido, deve o seu atual topónimo ao facto de ter servido de refúgio a Ibn Marúan, um guerreiro mouro, durante o séc. IX. O domínio árabe, que durou alguns séculos, terminou quando a campanha militar de 1160/66 da Reconquista Cristã aqui teve mais uma vitória, sob a ação de D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal.
Geograficamente, Marvão é um ponto de defesa estratégico natural, marcado por encostas muito íngremes a Norte, Sul e Oeste, e com acesso a pé apenas pelo lado Este, para onde se desenvolveu a povoação.
Este facto não foi indiferente a conquistadores e a reis, que sempre se preocuparam com o reforço do castelo e das muralhas. Teve um papel fundamental em grandes conflitos militares, dos quais se recordam a luta entre o rei D. Dinis e seu irmão D. Afonso (1299), a Crise Dinástica de 1383-85, as Guerras da Restauração da Independência (1640-68), a Guerra da Sucessão de Espanha (1704-12) ou as Guerras Peninsulares (1807-11). A importância de Marvão foi reconhecida quando foi elevada a vila por D. Sancho II, em 1266. O foral foi renovado por D. Dinis, em 1299, e pelo Foral Novo de D. Manuel, em 1512, que deixou a sua ação assinalada pelo Pelourinho e pelas armas reais colocadas no edifício dos Paços do Concelho.
Dentro das muralhas, revela-se um bonito conjunto de arquitetura popular alentejana. Nas estreitas ruas de Marvão, descobrem-se facilmente arcos góticos, janelas manuelinas, varandas de ferro forjado embelezando as casas e outros detalhes de interesse em recantos marcados pelo granito local.
Do património edificado, para além do castelo e das muralhas que dificilmente se esquecem, destacam-se a Igreja de Santa Maria, transformada em Museu Municipal, a Igreja de Santiago, a Capela renascentista do Espírito Santo e o Convento de Nossa Senhora da Estrela, fora das muralhas.
Um dos principais motivos para visitar a vila é a bela vista sobre a região. Elegemos como miradouros a alta Torre de Menagem e a Pousada de Santa Maria, uma adaptação de duas casas da aldeia, onde também poderá descansar e saborear a gastronomia regional.
A Festa do Castanheiro, que se realiza em Novembro, é uma excelente oportunidade para a visita e para conhecer as gentes e costumes locais.
O Monte de Ammaia, como era conhecido, deve o seu atual topónimo ao facto de ter servido de refúgio a Ibn Marúan, um guerreiro mouro, durante o séc. IX. O domínio árabe, que durou alguns séculos, terminou quando a campanha militar de 1160/66 da Reconquista Cristã aqui teve mais uma vitória, sob a ação de D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal.
Geograficamente, Marvão é um ponto de defesa estratégico natural, marcado por encostas muito íngremes a Norte, Sul e Oeste, e com acesso a pé apenas pelo lado Este, para onde se desenvolveu a povoação.
Este facto não foi indiferente a conquistadores e a reis, que sempre se preocuparam com o reforço do castelo e das muralhas. Teve um papel fundamental em grandes conflitos militares, dos quais se recordam a luta entre o rei D. Dinis e seu irmão D. Afonso (1299), a Crise Dinástica de 1383-85, as Guerras da Restauração da Independência (1640-68), a Guerra da Sucessão de Espanha (1704-12) ou as Guerras Peninsulares (1807-11). A importância de Marvão foi reconhecida quando foi elevada a vila por D. Sancho II, em 1266. O foral foi renovado por D. Dinis, em 1299, e pelo Foral Novo de D. Manuel, em 1512, que deixou a sua ação assinalada pelo Pelourinho e pelas armas reais colocadas no edifício dos Paços do Concelho.
Dentro das muralhas, revela-se um bonito conjunto de arquitetura popular alentejana. Nas estreitas ruas de Marvão, descobrem-se facilmente arcos góticos, janelas manuelinas, varandas de ferro forjado embelezando as casas e outros detalhes de interesse em recantos marcados pelo granito local.
Do património edificado, para além do castelo e das muralhas que dificilmente se esquecem, destacam-se a Igreja de Santa Maria, transformada em Museu Municipal, a Igreja de Santiago, a Capela renascentista do Espírito Santo e o Convento de Nossa Senhora da Estrela, fora das muralhas.
Um dos principais motivos para visitar a vila é a bela vista sobre a região. Elegemos como miradouros a alta Torre de Menagem e a Pousada de Santa Maria, uma adaptação de duas casas da aldeia, onde também poderá descansar e saborear a gastronomia regional.
A Festa do Castanheiro, que se realiza em Novembro, é uma excelente oportunidade para a visita e para conhecer as gentes e costumes locais.

Castelo de Vide
O castelo rodeado pelo casario branco destaca-se na paisagem e é sem dúvida a primeira surpresa para o visitante. Do alto, a paisagem alentejana adquire todo o seu esplendor. Pequenas aldeias no meio dos campos perdem-se de vista. Ali bem perto, a cerca de 20 km, espreita Marvão e um pouco mais além avistam-se terras de Espanha.
Na encosta Norte, entre o Castelo e a Fonte da Vila, uma série de ruas mais estreitas delimitam o núcleo histórico da Judiaria. A Judiaria de Castelo de Vide é um dos exemplos mais importantes da presença dos judeus no nosso país, remontando ao século XIII, tempo de D. Dinis. Aí podemos encontrar uma das melhor preservadas judiarias de Portugal, já há alguns anos incluída num programa de recuperação de edifícios e de revitalização, onde se preserva um dos maiores espólios de arquitetura civil do período gótico.
Passeie-se então, ao acaso por essas ruas íngremes e estreitas e deixe-se encantar pelo charme da sua memória medieval.
Mas Castelo de Vide tem outros monumentos que valem a pena visitar. Falamos por exemplo da Capela do Salvador do Mundo, a mais antiga (finais do séc. XIII) cujo interior está coberto de painéis de azulejos azuis e brancos, ou da Capela de São Roque construída no séc. XV e reconstruída no séc. XVIII. Mas estas são apenas duas das 24 igrejas existentes.
Se ainda tiver tempo e vontade, pode subir ao monte fronteiro a Castelo de Vide, onde fica a Capela de Nossa Senhora da Penha e de onde tem uma outra perspetiva da vila.
Castelo de Vide sempre foi conhecida pelas suas riquezas naturais nomeadamente pelas termas, cuja água tem propriedades terapêuticas. Pode encontrar várias fontes sendo a Fonte da Vila e a Fonte da Mealhada as mais conhecidas. No entanto aqui fica um alerta. Fique sabendo que, a acreditar nos ditos populares, quem bebe da água da Fonte da Mealhada há de voltar a Castelo de Vide para casar.
Na encosta Norte, entre o Castelo e a Fonte da Vila, uma série de ruas mais estreitas delimitam o núcleo histórico da Judiaria. A Judiaria de Castelo de Vide é um dos exemplos mais importantes da presença dos judeus no nosso país, remontando ao século XIII, tempo de D. Dinis. Aí podemos encontrar uma das melhor preservadas judiarias de Portugal, já há alguns anos incluída num programa de recuperação de edifícios e de revitalização, onde se preserva um dos maiores espólios de arquitetura civil do período gótico.
Passeie-se então, ao acaso por essas ruas íngremes e estreitas e deixe-se encantar pelo charme da sua memória medieval.
Mas Castelo de Vide tem outros monumentos que valem a pena visitar. Falamos por exemplo da Capela do Salvador do Mundo, a mais antiga (finais do séc. XIII) cujo interior está coberto de painéis de azulejos azuis e brancos, ou da Capela de São Roque construída no séc. XV e reconstruída no séc. XVIII. Mas estas são apenas duas das 24 igrejas existentes.
Se ainda tiver tempo e vontade, pode subir ao monte fronteiro a Castelo de Vide, onde fica a Capela de Nossa Senhora da Penha e de onde tem uma outra perspetiva da vila.
Castelo de Vide sempre foi conhecida pelas suas riquezas naturais nomeadamente pelas termas, cuja água tem propriedades terapêuticas. Pode encontrar várias fontes sendo a Fonte da Vila e a Fonte da Mealhada as mais conhecidas. No entanto aqui fica um alerta. Fique sabendo que, a acreditar nos ditos populares, quem bebe da água da Fonte da Mealhada há de voltar a Castelo de Vide para casar.
Arte & Cultura
Art & Culture

Museu GUY FINO
Tapeçaria de Portalegre

Casa-Museu José Régio

Museu Robinson
Rua D. Iria Gonçalves Pereira 2 A, 7300-298 Portalegre

Casa da Inquisição
R. Nova 27, 7320-199 Castelo de Vide

Centro de Ciência do Café
Herdade das Argamassas, 7370-171 Campo Maior

Museu Municipal de Portalegre
R. José Maria da Rosa, 7300-110 Portalegre
Atrações
Attractions

Cascata do Pego do Inferno
5PX7+4F, Azenha nova (Mosteiros)

Cascata da Cabroeira
7P6X+VQ, São Julião

Cascata do Monte Sete
São Julião

Piscina Municipal de Alegrete
Aberta na época balnear.

Piscina Fluvial de Reguengo
Aberta na época balnear.

Piscina Fluvial de Ribeira de Nisa
Aberta na época balnear.

Praia Fluvial de Portagem
Todo o ano.

Piscina de Portagem
Aberta na época balnear.
Trilhos Pedestres
Walking Trails

Eco-trilho EB de Alegrete
Moderado - 2,58 Km

Alegrete 1
Fácil - 13.1 Km

Alegrete 2
Fácil - 11.42 Km

Rabaça - Cascata da Cabroeira 1
Fácil - 7.64 Km

Rabaça - Cascata da Cabroeira 2
Moderada - 11.75 Km

Soverete - Srª. da Lapa
Moderado - 10.59 Km

Vale Lourenço
Moderado - 19,36 Km

Grande Rota das Cascatas
Difícil - 32.5 Km

Barca da Amieira
Fácil - 3.6 Km
BTT
Mountain Bike

Rota de Zaida
Difícil - 41.8 Km

BTT Serra de S. Mamede 1
Fácil - 5 Km

BTT Serra de S. Mamede 2
Moderado - 26.97 Km

BTT Serra de S. Mamede 3
Difícil - 34.42 Km
Outras Actividades
Other Activities

Rail Bike Marvão
No coração do Parque Natural da Serra de São Mamede, o rumor das locomotivas deu lugar ao murmúrio da natureza.
Imagina-te a pedalar sobre a linha de comboio, abrindo caminhos entre carvalhos, megalitos e vida selvagem, com vistas de tirar o fôlego sobre as vilas históricas de Marvão e Castelo de Vide.
Vem descobrir porque é que caminhos-de-ferro desactivados não têm de ser caminhos-de-ferro abandonados.
Imagina-te a pedalar sobre a linha de comboio, abrindo caminhos entre carvalhos, megalitos e vida selvagem, com vistas de tirar o fôlego sobre as vilas históricas de Marvão e Castelo de Vide.
Vem descobrir porque é que caminhos-de-ferro desactivados não têm de ser caminhos-de-ferro abandonados.

EZ Raider Tour Marvão
A Megalithic Route apresenta locais antigos e paisagens de granito, cruzando o rio Sever até a Espanha. Os passeios EZRaider, scooters elétricos de 4 rodas, oferecem acesso fácil e seguro a lugares remotos e intrigantes.

Buggy e Qaudriciclo
Explore Marvão e descubra mais sobre nossa história e patrimônio. Com muitos conhecimentos culturais, você pode combiná-los com pura aventura em paisagens incríveis.

Prova de Azeite Alentejano
Experimente sensações únicas através de uma degustação de azeites, onde você aprenderá e provará sobre os azeites. Você mergulhará na cultura local, na história de vida do nosso produtor e do seu guia.
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